Em comum, elas têm o fato de terem sido adquiridas por mim em brechós. Durante um tempo da minha vida, fui rata deles. E olha que, na época, nem era moda fuçar roupa usada… A saia de hoje veio de uma barraca lá da famosa feira de sábado na praça Benedito Calixto, em São Paulo.
Eu sempre gostei de brechós porque eles são a oportunidade de ter um armário com a sua cara. Por mais que aquela peça tenha sido de outra pessoa, ela ganha o seu olhar, a sua leitura, ao ser misturada com o que há de atual no seu armário. Assim, fica distanciada do momento e da pessoa a que pertenceu e praticamente se transforma em outra com o novo uso.
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